Ali, colada ao pavimento feita mármore frio e branco, a
minha doente deixa-se ir ao sabor do sangue que lhe foge.
Chegámos a tempo. Madrugada dentro o meu coração parou
muitas vezes.
Ao ritmo das minhas mãos, massagem feita dança delicada,
começamos ansiando um amanhã que não sabemos se chegará.
São 11 da manhã, estou exausta, vou dormir e depois vou
fugir.
Volto daqui a uns dias…
2 sem comentários:
Ohhh, bom descanso. Bem mereces.
Mais ou menos...
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